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1 de dez. de 2014

O que você vê quando se vê?

Essa pergunta pode parecer tola, mas diz muito sobre como nos comunicamos com o mundo.

Afinal, com diz o ditado bem antigo, "só podemos oferecer o que temos dentro de nós". Então, se falta autoconfiança e sobra timidez, é assim que as outras pessoas irão nos enxergar: tímidos, retraídos, inseguros.

Por outro lado, quando estamos com excesso de confiança e vaidade, não podemos reclamar quando somos considerados arrogantes, presunçosos ou donos da verdade.

Não se estabilizar nem em uma ponta nem na outra é o posicionamento recomendado para manter um bom nível de relacionamento no trabalho. Na participação de atividades em conjunto, é preciso saber se colocarpara conseguir dizer o que pensa e delegar ações necessárias, mas sem impor vontades e ou ser autoritário.

Então, faça o teste por um minuto: reflita sobre como você se vê e tenha uma boa pista sobre como as pessoas estão avaliando seu comportamento atualmente.

8 de abr. de 2013

Dicas em vídeo para falar em público

Muita gente tem receio ou até mesmo medo de falar na frente de outras pessoas. O problema é que nem sempre podemos fugir disso, especialmente no ambiente de trabalho ou na faculdade.

Vou colocar várias dicas básicas aqui para que você consiga desenvolver essa habilidade. A primeira já está no ar:



20 de fev. de 2013

Torne sua comunicação mais eficiente hoje!

Faça um teste simples:

1) Você tem escolhido as palavras certas para convencer quem vai te ouvir ANTES de falar ou geralmente, sai de uma reunião, por exemplo, pensando... Eu DEVERIA TER DITO isso ou aquilo?

2) VOCÊ CONSEGUE FICAR À VONTADE e também, olhar e perceber o que as outras pessoas estão achando da sua apresentação?

3) Você acha que poderia REDUZIR O TAMANHO E O TEMPO desta apresentação?

Cada uma destas perguntas está relacionada aos pilares fundamentais da comunicação. É um conjunto de peças que, se encaixadas com perfeição, podem levar sua comunicação ao sucesso!

Se você respondeu não a estas perguntas, está na hora de investir mais em clareza, naturalidade e objetividade nas suas apresentações.

Este é um dos principais pilares que sustentam nossa capacidade de nos comunicar com eficiência e aumentar a produtividade e os bons resultados.

Além destes três, existem outros... mas vamos falar deles num próximo artigo, ok?

abs.

10 de set. de 2012

Como vencer o medo de falar em público

Quem nunca sentiu pelo menos um mal estar antes de falar em público que atire a primeira pedra...

O problema é comum até para os oradores mais experientes. Mesmo quando dominamos profundamente o assunto, há momentos em que as pernas tremem, o coração dispara, as mãos gelam e a respiração fica ofegante. Nestas horas, as ideias se embaralham e não é raro que a gente sinta que não é capaz nem de dizer o próprio nome, sem demonstrar nervosismo.

Por que o medo aparece?

O medo costuma aparecer porque temos consciência de nossas próprias falhas ou porque projetamos pensamentos negativos, que podem ser infundados. Ou seja, na prática, sofremos por antecipação. Antes de começar a falar já estamos passando mal porque as glândulas suprarrenais disparam adrenalina que vai mexer com nossa pressão arterial, enrijecer os músculos, fazer circular um excesso de energia que, se não for bem aproveitado, nos dá a sensação geral de nervosismo e descontrole.

O pior é que quanto mais descontrolados, mais adrenalina produzimos... forma-se um ciclo vicioso que só é rompido quando conseguimos nos acalmar.
 
Quando não conseguimos controlar o medo, todo o domínio do conteúdo passa a ficar em segundo plano. O nervosismo e a ansiedade podem até prejudicar nossa memória e a assimilação do tema que estamos expondo.

Mas, como ficar calmo antes de falar em público?

A melhor dica é trabalhar a ansiedade. Lembre-se: ter medo de falar em público é sofrer por antecipação. Precisamos colocar no devido lugar alguns paradigmas que não fazem sentido quando submetidos à razão, mas que na maioria das vezes, nos impulsionam a sofrer de ansiedade.
  • Perfeccionismo: Tenho que agradar a todo mundo.
  • Baixa-estima: Todo mundo é melhor do que eu.
  • Medo de errar: não posso cometer nenhum erro ou estou arruinado
Obviamente, estas posturas não podem ser sustentandas o tempo todo. Mas prevalecem com muita força no nosso campo emocional atrapalhando nosso desempenho. É preciso modificá-las, sem arrogância ou receio de parecer petulante.
  • Não dá para agradar a todo mundo ao mesmo tempo. Mas posso agradar a maioria.
  • Alguém é melhor do que eu, mas neste momento, vou dar o melhor de mim e todo mundo vai perceber isso.
  • Se cometer qualquer erro, não preciso perder o controle. Basta, pedir desculpas e seguir adiante. 
Para combater o medo, conheça o assunto, ordene as ideias e pratique bastante. Não o alimente, imaginando suas falhas. Estabilize suas emoções e trabalhe sua imagem de sucesso a partir do pensamento. Toda vez que o medo reaparecer, lembre-se desta valorização e mantenha o foco nesta imagem.

Se você dominar o assunto e conseguir controlar sua ansiedade no momento de falar em público, suas emoções vão ajudar a conquistar os ouvintes. Como já dizia, o filósofo e matemático inglês Bertrand Russel, no século XIX, “Quando se vence o medo, começa a sabedoria”.

27 de ago. de 2012

Você pode até dominar o assunto, mas é preciso saber como falar!

Saber usar bem a voz tem grande determinação na comunicação eficiente. A fala representa quase 40% do impacto na apresentação e na determinação do sucesso no momento de passar a mensagem que desejamos. Basta perceber que passamos pelo menos 80% do tempo falando no ambiente de trabalho.

Você já deve ter percebido que alguém está nervoso, ansioso ou triste só de escutar a voz dessa pessoa... É bastante comum a gente ligar para alguém e perceber imediatamente se ela estava dormindo, se está chateada ou irritada com alguma coisa, não é?

Isto acontece porque a voz é uma fonte bastante reveladora de como está o nosso estado emocional. Assim como o corpo fala, contribuindo ou atrapalhando no entendimento da mensagem, com a voz é mesma coisa. Só que o conteúdo transmitido pela fala, não tem nada de intelectual. É emoção pura!

Significa dizer que, ainda que detenhamos um grande domínio do assunto, podemos passar insegurança, dependendo de como utilizamos a nossa voz.

Veja alguns exemplos diferentes mensagens das diferentes mensagens que nossa voz pode transmitir: 
    • Grave = seriedade, credibilidade
    • Extremamente grave = tristeza e falta de energia
    • Aguda = alegria e extroversão
    • Extremamente aguda = infantilidade, imaturidade, insegurança
Preste atenção na sua voz. Mesmo sem perceber, podemos falar de diversas maneiras:
  •  
    • Com a boca muito fechada
    • Muito baixo
    • Pra dentro
    • Gritando
    • Devagar
    • Rápido demais

O ideal é que a nossa voz ajude a potencializar a força da mensagem e também transmita credibilidade e segurança. A fala deve ser equilibrada, clara, fluente e firme, respeitar cada palavra sem mudar as sílabas e equilibrada num tom médio para passar tranquilidade, segurança, respeito ao outro e demonstrar que nossas ideias estão organizadas. 

Quando estamos roucos, gritamos, falamos aceleradamente ou de maneira muito lenta, podemos dar impressão de sermos mal-educados, rudes, agressivos ou estamos sem energia, cansados e até despreparados para apresentar nossas mensagens.
    Vale lembrar que o profissional indicado para tratar a voz é o fonoaudiólogo que vai identificar as necessidades individuais de cada um. Mas de maneira geral, devemos evitar:
    • Fumar - A fumaça agride as pregas vocais, provoca irritação, pigarro e tosse.
    • Beber - O álcool prejudica a saúde vocal porque anestesia as cordas vocais.
    • Ar condicionado - A umidade do ar diminui, resseca a garganta e laringe e danifica as pregas vocais.
    • Forçar a voz sem necessidade
    • Ansiedade e tensões
    • Excessos noturnos

    Tenha consciência de como utiliza sua voz e aproveite todo o potencial para alavancar sua carreira!

    6 de ago. de 2012

    Os atletas brasileiros estão sofrendo do mesmo mal que você sofre ao falar em público!

    Para todos que estão acompanhando as olimpíadas há sempre um comentário em comum: - Como o Brasil está indo mal! O que está acontecendo com os nossos atletas? 

    Meu palpite é que está faltando controle das emoções nos momentos decisivos, da mesma forma que nós sentimos a memória falhar e o coração bater mais forte quando vamos falar em público. Ou como explicar o "medo do vento" de Fabiana Murer e a queda de Diego Hypólito. Não há dúvida do quanto eles estavam preparados e tinham condições de ganhar as provas, ou pelo menos, não saírem da disputa tão cedo.

    Além disso, em várias reportagens temos visto que a tônica é a reação dos atletas após as provas.  Hoje mesmo, o UOL publicou uma reportagem falando sobre o palavrão que a corredora Ana Clauda Lemos  soltou ao vivo em uma entrevista para o Sportv após ser desclassificada.

    Quantas vezes você já disse o que não estava planejado e nem percebeu? 

    Quantas vezes a emoção já te dominou por completo num momento de tensão?

    Pois é, isso não acontece só para os atletas. Esteja preparado!

    Veja a matéria:

    A brasileira Ana Cláudia Lemos não conseguiu classificação para a semifinal dos 200 m rasos em Londres na prova classificatória disputada nesta segunda-feira.
    Decepcionada com o resultado, a atleta se disse frustrada e soltou um palavrão durante entrevista ao canal Sportv após a prova.
    “Uma m… Foi frustrante, esperava mais de mim. Agora é esperar o revezamento. Tecnicamente não foi nada bom para mim hoje, não sei o que aconteceu, mas nao fiz nada certo”, disparou ela.
    Após a declaração, o ex-atleta convidado para comentar a Olimpíada nos canais Sportv, André Domingos, criticou a postura de Ana Cláudia.
    “O atleta tem que ser educado. Eu entendo que ela está nervosa, mas ela precisa se controlar”, censurou.
    Já o narrador, Roby Porto, pediu desculpas ao telespectador pelo comportamento da atleta. “Nós pedimos desculpas ao telespectador por ter que ouvir isso”, disse.

    19 de mar. de 2012

    Reportagem TV Globo: Para crescer na carreira, é preciso aprender a lidar com a timidez

    A TV Globo Nordeste fez uma reportagem comigo para mostrar dicas aos tímidos de como falar bem em público. Como sempre digo em sala de aula, os tímidos tem muito potencial para serem ótimos comunicadores! :)

    Veja a reportagem através do link:

    http://g1.globo.com/videos/pernambuco/netv-1edicao/t/edicoes/v/para-conquistar-espaco-no-mercado-de-trabalho-e-preciso-vencer-a-timidez/1863840/

    13 de jan. de 2012

    Como se preparar para a prova oral

    No final de 2011, o Diário de Pernambuco me procurou para dar dicas aos candidatos de concursos públicos sobre como se sair bem na prova oral.

    Fizeram um quadro com as principais dicas que ficou muito didático e bem-humorado:



    Veja a reportagem completa:


    Admite-se

    Na ponta da língua 
    TIAGO CISNEIROS Especial para o Diario tiagocisneiros.pe@dabr.com.br
    Recife, domingo, 4 de dezembro de 2011
    Especialistas apontam tranquilidade, treino e autoconfiança como fundamentais para fazer uma prova oral
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    Imagem: JARBAS/DP
    “Etapas da seleção: avaliação objetiva, redação, PROVA ORAL”. Se esse último exame lhe salta aos olhos, como um problemão, está na hora de rever seus conceitos. Presente, sobretudo, em concursos da área jurídica, ele nem sempre é decisivo para a classificação. Mesmo assim, é interessante que o candidato esteja preparado para participar e, pelo menos, não fazer feio diante dos avaliadores. Para isso, tranquilidade, autoconfiança e treinamento são fundamentais.

    A preocupação com a prova oral não deve ficar para a véspera. Segundo a professora de oratória e apresentação em público Mariana Arantes, o principal erro dos candidatos a empregos e concursos é a falta de preparação. “Quando vão estudar para um exame oral, fazem como se fossem para uma avaliação escrita. Não pensam na forma, na fala”, diz. Às vezes, essa estratégia acaba dando errado na hora H, sobretudo porque o lado emocional, crucial nessas ocasiões, não foi trabalhado.

    “A pessoa não consegue dominar o nervosismo e organizar as ideias com início, meio e fim. Aí, aparecem as falhas de memória e de linguagem corporal”, observa Mariana. Segundo ela, entre os problemas mais frequentes nas apresentações em público e provas orais, estão o baixo volume da voz (o famoso “falar para dentro”), a cabeça virada para o chão, a fala acelerada, as mãos perdidas nos bolsos ou nas costas, o suor de nervosismo, o tremor e a “gagueira” eventual.

    Para se fazer entender (e, assim, se sair bem numa prova oral), é preciso dominar o conteúdo e reunir alguns atributos na expressão, como clareza, naturalidade, confiança e segurança. Caso contrário, os avaliadores poderão considerar que o candidato até entende do assunto, mas não é capaz de dar explicações. Ou até pior: que está só enrolando, por não saber a resposta.

    De acordo com Mariana, há duas boas formas de driblar esse risco. A primeira é treinar na frente do espelho. A outra, por mais estranha que pareça, é filmar-se (pode ser com o celular) explanando sobre os assuntos estudados, assistir à gravação e se avaliar. A professora acredita que isso ajuda na preparação, porque as pessoas não costumam ter muita ideia do que fazem quando estão falando. Depois de se verem em uma apresentação, é possível que os próprios candidatos reconheçam e consigam solucionar alguns erros de fala e de postura.

    Com essas atitudes de prevenção, fica mais fácil chegar ao exame com o necessário para se impor e responder com segurança. “A autoconfiança é reconhecida de longe, quando você entra no ambiente”, diz Mariana. Segundo ela, é importante que o candidato mantenha a coluna reta e a cabeça direcionada para seus avaliadores (mas sem demonstrar arrogância), utilize as mãos como instrumentos de expressão e evite movimentos bruscos, ousados ou repetitivos com as pernas. Um sorriso sincero – e tranquilo – também pode ajudar. 

    Você tem Inteligência Social? É isso que as empresas procuram hoje nos profissionais

    Bom dia, pessoal. Feliz 2012!

    Que tal começar o ano prestando atenção em como anda a sua Inteligência Social? Não sabe o que é isso?  É simples, esta é a qualidade, ou melhor, o conjunto de competências, que as empresas estão procurando nos profissionais e candidatos de hoje. Além de liderança, proatividade e espírito de equipe, atualmente é necessário que você desenvolva sua habilidade de conviver harmoniosamente com outras pessoas, principalmente se comunicando de forma eficiente, transparente, clara, objetiva, sabendo ouvir e dar retorno, sem descuidar da auto apresentação.

    Mais uma comprovação do que sempre dizemos que sua carreira depende de como você se expressa porque só conhecimento técnico não garante a vaga para ninguém. Está nos manuais ou é possível aprender na prática, mas transmitir conhecimento e transformá-lo em atitudes que geram resultados positivos para o grupo e para a empresa, não é tão simples.


    Abaixo, está o link para a revista IstoÉ, que tratou do assunto na semana passada de forma bem didática. Estabelecendo seis competências que é preciso desenvolver para se relacionar bem no ambiente de trabalho.

    São elas:

    Comunicação verbal
    Comunicação não-verbal
    Assertividade
    Auto apresentação
    Feedback
    Empatia


    http://www.istoe.com.br/reportagens/185664_A+ARTE+DE+SE+RELACIONAR

    Como você se avalia?