6 de ago. de 2012

Os atletas brasileiros estão sofrendo do mesmo mal que você sofre ao falar em público!

Para todos que estão acompanhando as olimpíadas há sempre um comentário em comum: - Como o Brasil está indo mal! O que está acontecendo com os nossos atletas? 

Meu palpite é que está faltando controle das emoções nos momentos decisivos, da mesma forma que nós sentimos a memória falhar e o coração bater mais forte quando vamos falar em público. Ou como explicar o "medo do vento" de Fabiana Murer e a queda de Diego Hypólito. Não há dúvida do quanto eles estavam preparados e tinham condições de ganhar as provas, ou pelo menos, não saírem da disputa tão cedo.

Além disso, em várias reportagens temos visto que a tônica é a reação dos atletas após as provas.  Hoje mesmo, o UOL publicou uma reportagem falando sobre o palavrão que a corredora Ana Clauda Lemos  soltou ao vivo em uma entrevista para o Sportv após ser desclassificada.

Quantas vezes você já disse o que não estava planejado e nem percebeu? 

Quantas vezes a emoção já te dominou por completo num momento de tensão?

Pois é, isso não acontece só para os atletas. Esteja preparado!

Veja a matéria:

A brasileira Ana Cláudia Lemos não conseguiu classificação para a semifinal dos 200 m rasos em Londres na prova classificatória disputada nesta segunda-feira.
Decepcionada com o resultado, a atleta se disse frustrada e soltou um palavrão durante entrevista ao canal Sportv após a prova.
“Uma m… Foi frustrante, esperava mais de mim. Agora é esperar o revezamento. Tecnicamente não foi nada bom para mim hoje, não sei o que aconteceu, mas nao fiz nada certo”, disparou ela.
Após a declaração, o ex-atleta convidado para comentar a Olimpíada nos canais Sportv, André Domingos, criticou a postura de Ana Cláudia.
“O atleta tem que ser educado. Eu entendo que ela está nervosa, mas ela precisa se controlar”, censurou.
Já o narrador, Roby Porto, pediu desculpas ao telespectador pelo comportamento da atleta. “Nós pedimos desculpas ao telespectador por ter que ouvir isso”, disse.

19 de mar. de 2012

Reportagem TV Globo: Para crescer na carreira, é preciso aprender a lidar com a timidez

A TV Globo Nordeste fez uma reportagem comigo para mostrar dicas aos tímidos de como falar bem em público. Como sempre digo em sala de aula, os tímidos tem muito potencial para serem ótimos comunicadores! :)

Veja a reportagem através do link:

http://g1.globo.com/videos/pernambuco/netv-1edicao/t/edicoes/v/para-conquistar-espaco-no-mercado-de-trabalho-e-preciso-vencer-a-timidez/1863840/

6 de mar. de 2012

Quem é o "capital humano"?

Vi esta placa num supermercado no Recife e achei muito interessante. Quem é o "capital humano" que o pretendente ao cargo der procurar?
Não resisti e entrei no local para perguntar. Me disseram que é o "pessoal do RH".
A tentativa de dar mais valor ao RH e válida, inicialmente, mas me pergunto se e efetiva e eficiente.

13 de jan. de 2012

Como se preparar para a prova oral

No final de 2011, o Diário de Pernambuco me procurou para dar dicas aos candidatos de concursos públicos sobre como se sair bem na prova oral.

Fizeram um quadro com as principais dicas que ficou muito didático e bem-humorado:



Veja a reportagem completa:


Admite-se

Na ponta da língua 
TIAGO CISNEIROS Especial para o Diario tiagocisneiros.pe@dabr.com.br
Recife, domingo, 4 de dezembro de 2011
Especialistas apontam tranquilidade, treino e autoconfiança como fundamentais para fazer uma prova oral
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Imagem: JARBAS/DP
“Etapas da seleção: avaliação objetiva, redação, PROVA ORAL”. Se esse último exame lhe salta aos olhos, como um problemão, está na hora de rever seus conceitos. Presente, sobretudo, em concursos da área jurídica, ele nem sempre é decisivo para a classificação. Mesmo assim, é interessante que o candidato esteja preparado para participar e, pelo menos, não fazer feio diante dos avaliadores. Para isso, tranquilidade, autoconfiança e treinamento são fundamentais.

A preocupação com a prova oral não deve ficar para a véspera. Segundo a professora de oratória e apresentação em público Mariana Arantes, o principal erro dos candidatos a empregos e concursos é a falta de preparação. “Quando vão estudar para um exame oral, fazem como se fossem para uma avaliação escrita. Não pensam na forma, na fala”, diz. Às vezes, essa estratégia acaba dando errado na hora H, sobretudo porque o lado emocional, crucial nessas ocasiões, não foi trabalhado.

“A pessoa não consegue dominar o nervosismo e organizar as ideias com início, meio e fim. Aí, aparecem as falhas de memória e de linguagem corporal”, observa Mariana. Segundo ela, entre os problemas mais frequentes nas apresentações em público e provas orais, estão o baixo volume da voz (o famoso “falar para dentro”), a cabeça virada para o chão, a fala acelerada, as mãos perdidas nos bolsos ou nas costas, o suor de nervosismo, o tremor e a “gagueira” eventual.

Para se fazer entender (e, assim, se sair bem numa prova oral), é preciso dominar o conteúdo e reunir alguns atributos na expressão, como clareza, naturalidade, confiança e segurança. Caso contrário, os avaliadores poderão considerar que o candidato até entende do assunto, mas não é capaz de dar explicações. Ou até pior: que está só enrolando, por não saber a resposta.

De acordo com Mariana, há duas boas formas de driblar esse risco. A primeira é treinar na frente do espelho. A outra, por mais estranha que pareça, é filmar-se (pode ser com o celular) explanando sobre os assuntos estudados, assistir à gravação e se avaliar. A professora acredita que isso ajuda na preparação, porque as pessoas não costumam ter muita ideia do que fazem quando estão falando. Depois de se verem em uma apresentação, é possível que os próprios candidatos reconheçam e consigam solucionar alguns erros de fala e de postura.

Com essas atitudes de prevenção, fica mais fácil chegar ao exame com o necessário para se impor e responder com segurança. “A autoconfiança é reconhecida de longe, quando você entra no ambiente”, diz Mariana. Segundo ela, é importante que o candidato mantenha a coluna reta e a cabeça direcionada para seus avaliadores (mas sem demonstrar arrogância), utilize as mãos como instrumentos de expressão e evite movimentos bruscos, ousados ou repetitivos com as pernas. Um sorriso sincero – e tranquilo – também pode ajudar. 

Você tem Inteligência Social? É isso que as empresas procuram hoje nos profissionais

Bom dia, pessoal. Feliz 2012!

Que tal começar o ano prestando atenção em como anda a sua Inteligência Social? Não sabe o que é isso?  É simples, esta é a qualidade, ou melhor, o conjunto de competências, que as empresas estão procurando nos profissionais e candidatos de hoje. Além de liderança, proatividade e espírito de equipe, atualmente é necessário que você desenvolva sua habilidade de conviver harmoniosamente com outras pessoas, principalmente se comunicando de forma eficiente, transparente, clara, objetiva, sabendo ouvir e dar retorno, sem descuidar da auto apresentação.

Mais uma comprovação do que sempre dizemos que sua carreira depende de como você se expressa porque só conhecimento técnico não garante a vaga para ninguém. Está nos manuais ou é possível aprender na prática, mas transmitir conhecimento e transformá-lo em atitudes que geram resultados positivos para o grupo e para a empresa, não é tão simples.


Abaixo, está o link para a revista IstoÉ, que tratou do assunto na semana passada de forma bem didática. Estabelecendo seis competências que é preciso desenvolver para se relacionar bem no ambiente de trabalho.

São elas:

Comunicação verbal
Comunicação não-verbal
Assertividade
Auto apresentação
Feedback
Empatia


http://www.istoe.com.br/reportagens/185664_A+ARTE+DE+SE+RELACIONAR

Como você se avalia?

1 de set. de 2011

Aprenda a fazer apresentações eficientes com apenas duas regras

Esta é uma dúvida comum a quase todos os profissionais das mais diversas categorias. Afinal de contas, nem sempre é fácil entender porque as pessoas não se interessam pelo que estamos falando mesmo quando o assunto é de suma importância também para elas e para o seu desempenho profissional.


Existem muitas dicas e técnicas a respeito, mas a principal é: Seja sempre claro e objetivo. Parece simples, e é mesmo. Porém, quase ninguém pratica!

Para sermos claros devemos utilizar o vocabulário adequado, escolher as palavras certas e não usar expressões de duplo sentido. E é muito comum que, no ato da apresentação, algumas pessoas na ânsia de mostrar conhecimento ou importância, passem a usar palavras mais difíceis ou pouco usuais que, é provável, nem elas tenham certeza do que significam! Quer um exemplo? O que você entende por: “Substância inorgânica polar, composta por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio de estrutura não-rígida, ao chocar-se reiteradamente contra substância calcária de fortes ligações interatômicas no estado sólido, termina, após certo tempo, por conseguir com sucesso atravessar a complexa geometria molecular do segundo corpo em questão”? Falando claramente fica assim: “Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura!”

Já a objetividade tem a ver com o tempo utilizado na apresentação. A melhor forma de ser objetivo é não desviar do caminho: “começo, meio e fim”. Falar com objetividade não quer dizer falar rapidamente. Ao contrário, pode-se falar por mais de uma hora e ser objetivo ou por apenas três minutos e mesmo assim, agir de forma redundante. Tudo depende de como trabalhamos o conteúdo. O ideal é identificar e delimitar o assunto para enumerar os argumentos principais e retirar o que não for essencial.

Se você montar sua apresentação com clareza e objetividade já terá feito mais de 70% para conseguir atenção e ser eficiente. Nos próximos artigos, vamos dar dicas sobre como deixar sua apresentação eficiente para os diferentes tipos de público.

Abraços e até breve.

12 de ago. de 2011

Melhore sua imagem e fale melhor

Segue em primeira mão para o nosso blog o artigo que será publicado em breve no Portal Qualidade Brasil:

Como você está neste momento? Se alguém tirasse uma foto sua agora, como você apareceria? Qual a sua postura? Está com cara de sono ou muito cansado? Que roupa você está vestindo? E a pergunta principal: quantas vezes você já parou para responder para si próprio estas questões antes de fazer uma apresentação em público?


Conforme o ditado popular que diz que as aparências enganam, muita gente não dá a atenção devida para a “forma” que se mostra na frente de outras pessoas. Baseia sua apresentação somente no conteúdo, na parte intelectual, na mensagem. Mas, vamos ser sinceros e nos lembrar de quando estamos na posição de espectadores: Quantas vezes você já reparou que alguém é corcunda, que se senta de forma desleixada, que está com a gravata torta, que as unhas estão mal feitas ou até sujas, que a roupa não combina? Pois é... somos todos iguais. E o ditado “As aparência enganam” está certo, porém incompleto. Ele deveria ser assim: “As aparências enganam sim, mas só chegam primeiro”.

Antes de começarmos a falar em público, já estamos sendo avaliados. No momento da nossa entrada as pessoas já estão vendo tudo: A forma como cumprimentamos educadamente (ou não!) as outras pessoas; Se o nosso sorriso (ou ausência dele) é simpático ou nervoso; Se nossa forma de andar é tímida ou autoconfiante; Como estamos preparando nosso material antes de começar e até nossa (justificável porém, inadequada) “cara de decepção” se percebemos que o arquivo não abre; Tudo, absolutamente tudo já está sendo visto e percebido pelos espectadores e mais importante: já está dando as informações sobre nossa palestra antes mesmo que a gente ligue o microfone.

Em resumo: nosso corpo fala primeiro que a gente! E fala muito mais do que gostaríamos ou percebemos!

Doutor em Psicologia pela Universidade de Sorbonne, Paris, Pierre Weil, no livro O Corpo Fala – a linguagem silenciosa da comunicação não-verbal (Ed. Vozes), cita um estudo que “estima em 2.500 a 5.000 – e às vezes até 10.000 “bits” (unidades simples) – o número de sinais informativos que fluem, POR SEGUNDO, entre duas pessoas. Isto, evidentemente, inclui todas as mudanças que possam, em grau mínimo, ser discernidas por aparelhos registradores de alterações nas faixas percebidas como som, imagem, temperatura, tato, odor corporal, etc”. Ele quer dizer que “pela linguagem do corpo, você diz muitas coisas aos outros. E eles tem muitas coisas a dizer para você. Também nosso corpo é antes de tudo um centro de informações para nós mesmos.”

Então, vamos voltar às nossas primeiras perguntas deste texto: Como você está neste momento? Você está pronto para sair na foto?

Abraços,

Mariana Arantes.

20 de jul. de 2011

A Linguagem Corporal dos Príncipes

Na Revista Veja desta semana, uma comparação mostra a diferença entre a linguagem corporal dos Príncipes Albert, de Mônaco e do Príncipe William, da Inglaterra com respectivas esposas, Charlene e Kate.

Como diz o texto da revista, nem precisa entender muito de linguagem corporal para ver a tensão, e até o noje entre Albert e Charlene. Quem beija com os olhos abertos, os lábios crispados e até olhando para o outro lado? Já com William e Kate, se dá o oposto. Os gestos como o abraço protetor, o sorriso franco e os corpos colados mostram nitidamente a felicidade dos dois.



Foto: Revista Veja - edição2225
 

7 de jun. de 2011

Curso de Oratória no Senac

Atenção pessoal! Segunda-feira, começa mais uma turma comigo no Senac-PE de Aprenda a Falar em Público e Fazer Apresentações.

Será das 19h às 22h até sexta, dia 17. Inscrições pelos telefones: 3413-6742 / 6743

Os tópicos abordados são: Preparação Pessoal (medo, timidez, linguagem corporal e voz) e Preparação das Ideias (conteúdo, público, tempo e infra-estrutura).

Espero vocês!

6 de jun. de 2011

The Speakers: jovens motivados e motivadores

No sábado, dia 04, fui uma das palestrantes convidadas para falar no The Speakers, um evento que reuniu mais de 250 pessoas aqui no Recife sobre comunicação nos dias atuais.

Foi uma experiência muito enriquecedora ver e conhecer jovens motivados a aprender a se comunicar melhor com outras pessoas, no ambiente de trabalho ou em casa, olhando a necessidade de aprender a falar e a interagir como algo importante para o crescimento pessoal e na carreira.

Ao falar sobre as técnicas para aperfeiçoar a comunicação interpessoal percebi o quanto algumas questões, embora conhecidas e que teoricamente estão dominadas pelo grande público, ainda surtem grande repercussão. Entre elas, as vantagens de saber apresentar idéias e a necessidade de vencer a timidez para não perder posições.

Nem estava na minha previsão da palestra, mas não resisti e acabei explicando para todos o quanto o tímido tem potencial para ser um bom comunicador, já que, geralmente, é uma pessoa mais atenta, mais observadora e que pensa muito antes de falar. E, portanto, tem menos chances de cometer uma gafe ou falar algo sem nexo.

Na ocasião, também vi potencial em jovens que estão começando a vida profissional, mas que já se preocupam em ter "algo a dizer". Num espaço dedicado ao público, houve quem se arriscasse a falar em apenas cinco minutos sobre ética, código florestal e o mercado de trabalho para quem tem mais de 40 anos. Temas pertinentes, densos, mas que foram apresentados com coerência, bom senso e empolgação.

Há a promessa de uma segunda edição. Sinceramente, espero que aconteça de verdade. Como sempre digo nas aulas, workshops e nos artigos, acredito que nossa carreira depende da forma como nos expressamos. Para o mercado, a comunicação eficiente não é mais vista como um diferencial, mas nem todos parecem ter acordado pra isso ainda. E quanto mais tarde o fizerem, mais prejuízo terão no âmbito pessoal e profissional também.

Felizmente, os jovens organizadores e ouvintes do The Speakers mostraram disposição e atitude para mudar e investir na comunicação como um atributo essencial, inadiável e vantajoso.

Veja abaixo, o vídeo do evento:


3 de jun. de 2011

Workshop no Senac

Ontem, (02/06) no Senac-Pe, fizemos o Workshop: Aumente sua Liderança com o Poder da Oratória.

Os participantes puderam refletir como a comunicação que eles desenvolvem afeta diretamente a relação de poder dentro da empresa.

Os tópicos abordados foram:

– Relações Interpessoais


– Relação entre Comunicação e Produtividade

– Comportamentos de Líderes

– Comportamentos de Líderes Comunicadores

– Relação entre Conhecimento, Habilidade, Atitude e Entrega

– Expressão Corporal

– Expressão Vocal

– Expressão de Ideias

Novos artigos no ar!

Esta semana, dois novos artigos de minha autoria sobre Oratória e Comunicação entraram no ar.

Você tem medo de falar em público? Está publicado no Portal RH: http://www.rhevistarh.com.br/portal/?p=3800

Você sabe o quanto a falta de comunicação pode atrapalhar a sua empresa? Está públicado no Portal dos Empreendedores: http://www.portaldosempreendedores.com.br/

Boa leitura!

26 de mai. de 2011

A (falta de) comunicação na raiz dos problemas nas empresas

Hoje saiu uma informação importante na Revista Incorporativa sobre os 10 pontos críticos nas empresas. Foi feita uma pesquisa com 200 diretores, supervisores, gerentes e coordenadores para detectar quais são os maiores entraves à produtividade. E os maiores problemas estão relacionados diretamente com a comunicação entre pessoas, cargos e funções.

Veja a lista:

1 Dificuldade em reter talentos (alto índice de turnover).
2. Falta de organização do tempo – trabalha para apagar incêndio;
3. Esperam que os sócios/diretores resolvam tudo;
4. Equipes não respeitam seus líderes;
5. Brigas e conflitos de egos e de poder;
6. Pouco conhecimento do produto;
7. Falta comprometimento com o resultado;
8. Equipe despreparada e desmotivada;
9. Dificuldade em encarar a Realidade;
10. Metas e planos que não se realizam.

O primeiro problema deve estar mais relacionado com propostas financeiras, provavelmente, já que o mercado anda aquecido para todos os setores. Mas, em todos os outros a comunicação pode ser entendida como a raiz do problema. Conflitos, brigas de líderes, desmotivação, metas que não se realizam, falta de conhecimento do produto... nada que uma comunicação eficiente, clara e objetiva não possa, no mínimo, minimizar.

Veja a reportagem completa em:
http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=6265

23 de mai. de 2011

Como fazer apresentações sem power point?

Parece até uma pergunta boba, porque hoje todo mundo usa slides em qualquer apresentação, mas não é. Hoje mesmo eu presenciei uma situação embaraçosa: em uma apresentação de projeto educativo, o arquivo do pendrive não abriu direito e ficou um pouco corrompido. Dava pra ler, mas com muito esforço, os textos pareciam desconectados e, pra piorar eram longos.

Quando um interlocutor que estava assistindo a apresentação pediu que os slides fossem abandonados, a apresentadora em questão quase entrou em pânico: -Mas eu preciso ler! - disse em tom de súplica. Ele calmamente retrucou: - Se você precisa ler, é porque não está preparada. - ouviu de volta.

Simples assim.

É um erro começar preparando sua apresentação diretamente no power point. Os slides devem conter os tópicos somente. O conteúdo maior, bem como os detalhes devem ser de domínio do intelecto do apresentador. Somente desta forma, se ele tiver problemas com o arquivo ou for incitado a não usar nenhum recurso técnico irá se sentir seguro e transmitir confiança e credibilidade enquanto fala.

17 de ago. de 2010

Como você fala?

O orador competente não é bom num único item isolado, mas tem desempenho eficiente do conjunto. Por isso, não se atenha demasiadamente em apenas um elemento. Lembre-se que o melhor é desenvolver o todo.


• Controle do medo

• Aparência

• Postura

• Voz

• Gestos

• Fisionomia

• Dicção e expressão

• Ritmo

• Interpretação

• Vocabulário


Além destes itens relativos à oratória, na hora de fazer apresentações, outros elementos são importantíssimos:

• Conteúdo

• Público

• Tempo

• Infra-Estrutura

Como juntar tudo isso é a resposta para montar apresentações de alto impacto!

O que é falar bem?


Sempre faço esta pergunta no início de um curso. O que é falar bem pra você?

Falar é exercer poder. Somente expor os argumentos não basta. É preciso encontrar a maneira certa de chegar ao coração e à mente de quem nos escuta. Mas primeiro, é preciso dominar as técnicas que podem cativar os interlocutores.

Quem fala bem domina o principal inimigo interno, a insegurança. E quem passa insegurança, compromete a própria credibilidade colocando em risco seus maiores objetivos.

Atualmente, os profissionais das mais diversas áreas precisam desenvolver técnicas de comunicação verbal para que seja possível atingir posições de destaque e não deixar passar oportunidades de ascensão na carreira, fechar negócios ou simplesmente manter a boa imagem dentro da corporação e no mercado. A meta é aprender a passar mensagens com clareza, objetividade e fazer apresentações mais eficientes de resultados.


Líder que não sabe se comunicar pode arruinar a implantação de projetos nas empresas

Neste artigo de Eduardo Shinyashiki, publicado na Revista INCorporativa, a constatação de um problema bastante evidente nas empresas. Há projetos que fracassam por falta de habilidade de comunicação do líder.

Leia o artigo completo aqui. O link da publicação original está logo abaixo.

A importância do líder comunicador
Segundo estudo, em 76% das empresas pesquisadas, problema com a comunicação é o principal motivo pelo fracasso dos projetos



No ambiente corporativo, a comunicação é o fator essencial na hora de atingir metas e alcançar resultados. A boa comunicação entre a equipe favorece o andamento das atividades e o líder comunicador tende a sustentar com maior facilidade um grupo estruturado e eficiente.


Uma recente pesquisa realizada pela sexta edição do Estudo de Benchmarking em Gestão de Projetos, desenvolvido pelo Project Management Institute Brasil (PMI), comprovou que em 76% das empresas pesquisadas, o problema com a comunicação é o principal motivo pelo fracasso dos projetos. A pesquisa também aponta que fracassar em um empreendimento é perder muito dinheiro, pois, para 46% dos empreendimentos o investimento foi de 1 a 10 milhões de reais no setor de projetos.


Esses dados refletem um problema que, por parecer simples, quando deixado de lado, pode se tornar o motivo da queda de uma organização. A maioria das empresas ainda sofrem com grandes falhas na comunicação, e o problemas nem sempre estão ligados às ferramentas utilizadas para trabalhar com os colaboradores internos. Muitas vezes, o modo como essa comunicação é trabalhada por seus lideres e gestores é o principal fator que declina a qualidade da troca de informações para otimizar o trabalho dentro de uma organização.

Lembre-se que as formas de comunicação podem ser expressivas, verbais e não verbais e, se expressada de maneira entendível, é possível que essa troca de informações gere um relacionamento mutuo com o próximo. Por isso, o primeiro conceito fundamental de importância no sucesso da comunicação, ligado a idealização de inteligência emocional, é a flexibilidade comunicativa, a capacidade e a intenção do comunicador de entender e se adaptar ao contexto situacional do interlocutor.

É importante lembrar que o nosso corpo também fala. A linguagem corporal é uma ferramenta que pode deixar a troca de informações mais natural. Ouvir o nosso corpo e as emoções que ele manifesta significa escutar um conselheiro com uma experiência muito maior do que a razão e a lógica e não há nada de errado com isso, pois os seres humanos são seres emocionais.

Portanto, para liderar uma equipe com sucesso, é fundamental que o líder tenha uma comunicação eficaz, do contrário, a empresa correrá o risco de seu planejamento não sair do papel. Sobretudo, o líder tende a exercer influência sobre a sua equipe, e, para isso, a habilidade em comunicar e fazer-se entender é essencial para o sucesso do grupo.

É muito importante saber e estar consciente daquilo que "tornamos comum" e de como fazemos isso através da nossa linguagem verbal e não verbal, ou seja, a maneira como nos comunicamos reflete o que pensamos e condiciona nosso comportamento. Assim, ao utilizar a comunicação de forma eficaz, sua empresa possivelmente passará longe do índice de negócios que não deram certo pela falta de clareza em suas trocas de informações.

*Eduardo Shinyashiki é consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, Editora Gente, disponível em Audiolivro - Ed. Nossa Cultura. www.edushin.com.br

http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=3916

28 de mai. de 2010

Comunicação Corporativa e Mídias Sociais

No Portal HSM, um artigo sobre a relação entre os tipos de comunicação corporativa e as mídias sociais. Não tem mais como desconectar uma coisa da outra...

Quatro papéis da comunicação empresarial nas mídias sociais


Especialista em marketing digital explica como avaliar os quatro tipos de gestão para uma ação nas redes: a gestão da comunicação, do marketing, do conhecimento e da comunicação pessoal

As mídias sociais são um fenômeno consolidado no Brasil e no mundo, e aos poucos as empresas estão se adaptando a esta realidade. Neste processo os executivos se dividem, entre os ansiosos, que acham que a empresa já devia ter feito seu perfil no Twitter e os conservadores, que acreditam que as mídias sociais são arriscadas, sem controle, e, portanto preferem ficar de fora.

Entre os dois grupos, a empresa deve compreender uma realidade incômoda: não é a empresa quem decide se vai ou não estar nas mídias sociais, são seus consumidores que decidem se vão usá-las para falar da empresa e de seus produtos. Assim, só cabe a empresa controlar o ímpeto dos ansiosos, e sair do imobilismo dos conservadores, se concentrando em planejar a comunicação empresarial nas mídias sociais. Para isso, é importante primeiro entender as mídias sociais, e um fenômeno que está associado a elas: a mudança da atenção do consumidor.

O mundo das empresas sempre foi centrado na mídia, basicamente por que a atenção do consumidor sempre esteve lá. Através das mídias a empresa se comunicava com seus consumidores e seus stakeholders. Mas o consumidor mudou. A atenção do consumidor agora está centrada nas pessoas. São consumidores falando com outros consumidores sobre suas vidas e experiências, e também sobre as empresas e seus produtos. Para isso eles escolheram as mídias sociais, por que ali conseguem se relacionar com outros consumidores, que confiam e respeitam.

Assim, as empresas têm que trabalhar com este novo veículo de comunicação, intensificando seu foco nas mídias sociais, com estratégias baseadas em pessoas e relacionamento, ou melhor, no relacionamento com uma rede de pessoas. Mas o fenômeno das mídias sociais vai além da simples mudança de foco do consumidor. Nelas, as pessoas são ao mesmo tempo produtores e consumidores de informações, profissionais e indivíduos, consumidores falando de produtos e colaboradores falando de suas empresas e empregos. Esta pluralidade, além dos aspectos de marketing e comunicação, levanta questões éticas em torno do papel das pessoas enquanto colaboradores de uma organização.

Uma empresa não pode trabalhar nas mídias sociais pensando somente em consumidores. É preciso entender que não há fronteiras entre os papéis dos indivíduos. Seus colaboradores também usam as mídias sociais em suas casas. Ignorar esta pluralidade de papéis é tão perigoso quanto ignorar as mídias sociais.

Portanto, as empresas têm o desafio de planejar a comunicação empresarial de forma integral, observando não só a mudança de foco do consumidor, mas também a pluralidade de papéis que ele exerce neste meio. A nova comunicação empresarial deve abranger as mídias sociais, e todos os papéis que um indivíduo pode ocupar: Consumidor, Colaborador, Gestor e Influenciador.

Um mesmo indivíduo exerce cada um destes papéis para diferentes organizações. Ele é consumidor de algumas empresas, é colaborador da sua empresa, gestor de informações e de conhecimento da empresa e de terceiros, e finalmente, influenciador nas suas redes sociais. Assim é preciso ir além do discurso das mídias sociais como simples ferramenta de marketing, e planejar a comunicação empresarial considerando estes quatro papéis:

1. Gestão da comunicação empresarial: focada no mercado e nos stakeholders, estabelecendo a presença da empresa nas mídias sociais, com monitoramento, comunicação institucional e gerenciamento de crises.

2. Gestão do marketing digital: Focada no consumidor, estabelecendo o relacionamento da marca com seus consumidores, criando fãs da marca, e um atendimento pessoal e diferenciado.

3. Gestão da comunicação pessoal: Focada nos colaboradores, nas questões éticas e de responsabilidade no trato com suas redes sociais pessoais, treinando as pessoas para que entendam seu papel nas mídias sociais, e sua capacidade de ajudar ou prejudicar a marca.

4. Gestão do conhecimento: Focada na circulação das informações e do conhecimento, mudando o paradigma da comunicação interna, saindo do foco na gestão de TI e no e-mail, e abrindo caminho para novas estratégias colaborativas, mais eficientes e inovadoras, baseadas em mídias sociais corporativas internas.

Atuando nestes quatro papéis, a empresa pode desenvolver seu planejamento de comunicação empresarial nas mídias sociais, permitindo que a nova cultura seja incorporada pela organização de forma orgânica e segura, e evitando as armadilhas e crises nas quais muitas organizações têm caído por falta de preparo.

Cláudio Torres (Graduado em Engenheira Eletrônica pelo ITA, tem Mestrado em Sistemas pela USP, e pós-graduação em Marketing na Suécia. Atua como Coach Digital, Consultor e Palestrante em marketing digital e mídias sociais, e desenvolve campanhas publicitárias na internet para várias agências de publicidade. É professor de diversos curso de pós-graduação e MBA em instituições como ISAE/FGV, Pitágoras, IBG e Idigo. É autor do livro A Bíblia do Marketing Digital).

HSM Online

28/05/2010
Este artigo foi desenvolvido exclusivamente para o Portal HSM. A reprodução total ou parcial deste conteúdo é permitida mediante citação de fonte e inserção do link para o Portal HSM Online.

http://br.hsmglobal.com/notas/57725-quatro-papeis-da-comunicacao-empresarial-nas-midias-sociais

Qual seu tipo de inteligência?

Artigo de Robert Wong sobre os tipos de inteligência. Descubra o seu e potencialize seu sucesso profissional:



As múltiplas formas de inteligência
Descubra qual é a sua inteligência principal e acerte na escolha de sua vocação.

A palavra inteligência tem a raiz leg - do verbo latim lego,- ere, quer dizer juntar ou conectar (lembra do brinquedo Lego?). É a ciência ou capacidade de ligar internamente o que é captado. Reconhecer a sua inteligência principal, dentre as outras que possuímos, vai ser muito útil para ajudá-lo a acertar na escolha do seu emprego ou área preferencial de trabalho. Howard Gardner, professor de Harvard, vem desafiando a tese da inteligência única e propôs a existência de inteligências múltiplas. Confira abaixo algumas delas:

Inteligência linguística ou verbal - Manifesta-se no uso das linguagens verbal e escrita para convencer, transmitir informações ou simplesmente agradar. (Atores, poetas, jornalistas, professores, advogados, locutores, etc).

Inteligência Lógica-Matemática - Relaciona-se à capacidade de manejar habilmente o raciocínio matemático. (Engenheiros, cientistas, matemáticos, economistas, etc).

Inteligência Musical – É, provavelmente, o dom que surge mais cedo, pelo talento musical (maestros, compositores, artistas, cantores, etc).

Inteligência Corporal-Cinestésica – Capacidade de coordenação motora utilizando o corpo inteiro ou parte dele. (atletas, cirurgiões, artesões, dançarinos, cabeleireiros, etc).

Inteligência Espacial ou Visual – Capacidade de compreender o mundo visual e formar modelos mentais e operar com eles. (navegadores, médicos, pintores, arquitetos, estilistas, pilotos, etc).

Inteligência Naturalista Ecológica – Sensibilidade para compreender os padrões da natureza. (ambientalistas, arqueólogos, ecologistas, etc).

Inteligência Interpessoal – Compreensão das outras pessoas e suas motivações, possibilitando ainda inferir seu estado de ânimo e intenções. (pais, religiosos, professores, vendedores, psicólogos, etc).

Inteligência Intrapessoal – É a capacidade de formar um conceito verídico sobre si mesmo, ou seja, o autoconhecimento. Permite o acesso à sua intuição, sentimentos, aspirações e emoções para reorientar sua atitude e comportamento. Diria que é a mais importante das Inteligências. (líderes, gurus, conselheiros, filósofos, mentores, etc. Enfim, pessoas que encontraram sua vocação na vida e realizaram ou estão realizando seu verdadeiro potencial).

Um exemplo deste tipo de inteligência é o Pelé. O rei do futebol tinha como inteligência predominante a corporal-cinestésica; tinha também a verbal e a interpessoal. Porém, o que fez Pelé ser “o Pelé” foi sua inteligência intrapessoal, que o capacitou separar o ídolo Pelé da pessoa física Edson. A inteligência intrapessoal deu a ele o discernimento de inclusive pendurar as chuteiras na hora certa. Ou seja, isto é o autoconhecimento (aquela palavra de novo!).

Por Robert Wong (autor dos livros “O Sucesso Está no Equilíbrio” e “Super Dicas para Conquistar um Ótimo Emprego” e um dos palestrantes mais inspiradores e requisitados do mercado)

http://br.hsmglobal.com/notas/56399-as-multiplas-formas-intelig%C3%AAncia